domingo, 30 de agosto de 2026

Banda B lidera entre os veículos de conteúdo regional do Paraná

Portal do Grupo Ric tem presença inédita em ranking nacional de busca

Divulgação

O Grupo Ric fechou julho de 2026 com o melhor conjunto de indicadores digitais da história. O portal Banda B consolidou-se como líder entre os veículos de conteúdo regional do Paraná e passou a figurar entre os portais brasileiros mais bem posicionados no Google. Os dados vêm do painel de audiência da Similarweb, que mapeou 85 domínios de conteúdo, considerando 70 veículos de alcance nacional. No recorte local, o Banda B e mais 15 sites estão entre os de maior destaque no estado. 

No levantamento da Newsdash, que mapeou os 100  veículos nacionais melhor posicionados no Google, aponta o Banda B na 55ª posição. Até janeiro deste ano, antes da reestruturação editorial e de performance conduzida pelo grupo, o portal não estava nem entre os 100 melhores colocados.

O dado tem um segundo desdobramento: nenhum outro veículo de conteúdo paranaense aparece nesse levantamento. A Banda B é, portanto, a única operação de conteúdo regional do estado presente entre os 100 portais mais bem posicionados do país em busca orgânica.

"O salto de fora do top 100 para a 55ª posição em seis meses não é resultado de um único movimento, e sim de uma reestruturação que atingiu pauta, distribuição, arquitetura de conteúdo e disciplina de dados ao mesmo tempo", diz Carlos Muller, diretor do Núcleo Digital do Grupo Ric. "É o tipo de resultado que só aparece quando redação e performance passam a trabalhar com o mesmo diagnóstico."

Liderança isolada: quase duas vezes o volume do segundo colocado

No painel Similarweb de julho, a Banda B registrou 11,54 milhões de page views e 5,12 milhões de usuários únicos. Os números colocam o portal na liderança isolada entre os 16 veículos de conteúdo regional do estado que são monitorados. O segundo colocado do bloco paranaense marcou 6,53 milhões de page views. A Banda B tem, portanto, um volume de acessos quase duas vezes maior. 

Nenhum outro veículo do recorte local alcança 60% do volume da Banda B, e a distância em usuários únicos é ainda maior: o segundo colocado do estado nesse indicador registrou pouco mais de 2,6 milhões de usuários, o que significa que a Banda B alcança cerca de duas vezes mais pessoas que o veículo regional mais próximo.

Na lista completa de 85 domínios ordenada por page views, a Banda B ocupa a 43ª posição — à frente de 42 veículos, incluindo emissoras de televisão aberta, redes de rádio nacionais, revistas de circulação nacional e propriedades da comunicação pública federal, todas operando com estrutura de redação e incomparavelmente superiores aos de uma operação regional.

Um exemplo dá a dimensão: as duas propriedades da comunicação pública federal presentes no painel somam, juntas, 9,43 milhões de pageviews em julho. A Banda B, sozinha, registra 22% mais.

Qualidade de audiência no quartil superior do painel nacional

O dado que o Grupo Ric considera mais significativo em julho não é o de volume, e sim o de comportamento do leitor. Nos três indicadores de engajamento medidos pelo painel, a Banda B está no quartil superior entre os domínios de alcance nacional:

A taxa de rejeição da Banda B é 11,5 pontos percentuais melhor que a mediana do painel. As páginas por visita ficam 30% acima da mediana, e a duração média da visita, 38% acima.

A leitura é direta: o leitor da Banda B não entra, lê uma peça e sai. Ele circula pelo portal e permanece, um comportamento que, no painel, é mais comum em grandes veículos nacionais com décadas de construção de marca do que em operações regionais.

Contexto: um veículo regional operando em escala nacional

A leitura conjunta dos dois levantamentos aponta para uma posição incomum no mercado brasileiro de mídia. A Banda B é um veículo de conteúdo regional, com cobertura centrada em Curitiba, na região metropolitana da capital e no interior do Paraná, mas com alcance de audiência nacional. A condição explica por que aparece simultaneamente como líder isolada do recorte estadual e entre os 100 portais brasileiros mais bem posicionados no Google.

É essa dupla condição que sustenta a proposta comercial do grupo: profundidade e autoridade em cobertura regional, com volume e qualidade de audiência comparáveis aos de veículos de alcance nacional.

Para Erick Mota, gerente de performance digital e distribuição do Grupo Ric, o crescimento foi possível graças ao empenho da equipe e de uma série de treinamentos e melhorias implementadas pelo setor. 

"O que mudou não foi o volume de produção, foi a forma de decidir. Passamos a operar com monitoramento diário das ferramentas de busca e da concorrência, e com treinamento continuado da redação em SEO e em GEO — a otimização para as respostas geradas por inteligência artificial. Na prática, a pauta chega ao repórter já com diagnóstico de demanda, e não depois. Não existe atalho de tecnologia que substitua isso: a ferramenta serve para encurtar o tempo entre o dado e a decisão editorial, nunca para tomar a decisão. É essa disciplina que explica a expansão do núcleo digital." 

Para a gerente de conteúdo digital do Grupo Ric, Francielly Azevedo, o movimento tem uma leitura editorial somada a uma leitura de audiência. "Essa expansão é uma demonstração de que jornalismo local bem apurado tem demanda, e demanda grande. Nossa cobertura continua sendo a de sempre: Curitiba, a região metropolitana e o interior do Paraná, com prestação de serviço ao leitor no centro da pauta. O que a leitura de dados nos mostrou foi onde essa cobertura estava deixando de encontrar quem precisava dela. A redação passou a trabalhar com essa informação em mãos, sem abrir mão de critério editorial em nenhum momento, e o leitor respondeu ficando mais tempo com a gente, não apenas clicando mais."

A metodologia empregada

Os dados de audiência citados neste texto são estimativas do painel Similarweb referentes a julho de 2026, apuradas sobre 85 domínios de conteúdo — 70 de alcance nacional e, no recorte local, a Banda B mais 15 veículos entre os sites de maior destaque no Paraná. Os dados de posicionamento em busca são da ferramenta Newsdash, que mapeou os 100 veículos nacionais melhor posicionados no Google.

Métricas de painel são estimativas de terceiros e podem divergir de medições proprietárias de cada veículo. As comparações apresentadas seguem a metodologia da própria ferramenta, aplicada igualmente a todos os domínios do levantamento.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Advogados são o maior alvo dos ciberbandidos

Elisa Santin - head comercial Accessa

O avanço dos crimes digitais consolidou os riscos de cibersegurança como a maior ameaça no ecossistema da internet. No centro dessa tempestade está o Brasil, que figura nas primeiras posições dos rankings globais e lidera na América Latina como o país mais atingido por cibertentativas de invasão, vazamento de dados e ataques de phishing. Nesse cenário crítico, um setor em particular emergiu como alvo prioritário dos criminosos virtuais: os escritórios de advocacia.

Segundo a head comercial da Accessa, Elisa Santin, por manipularem informações estratégicas, segredos industriais, dados financeiros e documentos sigilosos de clientes, advogados e bancas jurídicas tornaram-se alvos extremamente lucrativos. “A porta de entrada mais comum para esses ataques não são softwares complexos, mas sim a fragilidade na gestão de credenciais: senhas fracas, repetidas entre diferentes serviços ou compartilhadas de forma insegura por aplicativos de mensagem”, explica.

O Custo da Insegurança vs. O Ganho de Produtividade
“Além do risco iminente de sanções regulatórias, tais como as multas da LGPD e danos irreparáveis à reputação, a gestão inadequada de acessos gera um gargalo invisível no dia a dia dos advogados que é a perda de tempo”, alerta Elisa. De acordo com estudos desenvolvidos pela Accessa, o esquecimento de credenciais, redefinições constantes de senhas e a burocracia para liberar acessos a estagiários e sócios consomem horas preciosas de trabalho semanal.

A empresa criou uma solução que surge como a resposta estratégica para transformar essa vulnerabilidade em vantagem competitiva. “Oferecemos ferramentas avançadas de gestão e proteção de senhas, a plataforma elimina o erro humano na ponta do processo, garantindo blindagem de dados e otimização da rotina de trabalho”, salienta.

"A segurança da informação não precisa ser um obstáculo para a agilidade do escritório. Quando o advogado não precisa se preocupar em memorizar, gerenciar ou redefinir dezenas de senhas todos os dias, ele ganha tempo útil para se dedicar ao que realmente importa: a defesa dos seus clientes", destaca a executiva.

Tranquilidade
Ao adotar a ferramenta, os escritórios de advocacia alcançam dois pilares fundamentais para a gestão moderna. O primeiro deles é a tranquilidade operacional gerada pela criptografia de ponta a ponta e controle centralizado de acessos, garantindo que apenas pessoas autorizadas visualizem dados sensíveis, mitigando drasticamente o risco de invasões. E a consequência disso é a produtividade decorrente do acesso rápido e seguro a sistemas tribunais, bancos de dados e ferramentas internas com poucos cliques, eliminando o estresse do esquecimento de senhas e os bloqueios de rotina.

Em um mercado onde a confiança é o principal ativo, proteger as credenciais de acesso deixou de ser uma decisão de TI e tornou-se uma prioridade de negócio. A Accessa entrega a tecnologia necessária para que advogados operem com total segurança, foco e eficiência.

Feira ucraniana reúne grupos do Paraná, Santa Catarina e Argentina em Curitiba

9ª edição da Poltavskyi Yarmarok celebra os 45 anos do Grupo Poltava com evento de dois dias com entrada gratuita

Poltavskyi Yarmarok / Foto: Marcos Hupalo

Grupos folclóricos de diferentes cidades do Paraná, de Santa Catarina e de Posadas, na Argentina, estarão em Curitiba nos dias 29 e 30 de agosto para a 9º Poltavskyi Yarmarok. Promovida pelo Grupo Folclórico Ucraniano Poltava, a feira ocupa a sede da entidade, no Água Verde, com apresentações culturais, gastronomia e artesanato. A edição de 2026 integra as comemorações pelos 45 anos do Poltava, fundado em 1981 e que reúne atualmente mais de 300 integrantes.

O Paraná concentra cerca de 500 mil ucranianos e descendentes, a maior comunidade de origem ucraniana do Brasil e da América Latina. Em Curitiba e Região Metropolitana, são aproximadamente 100 mil pessoas. Para Jairo Oscar do Nascimento, presidente do Grupo Folclórico Ucraniano Poltava, os 45 anos representam a continuidade dessa herança cultural entre diferentes gerações. “Nesse período, acompanhamos famílias, recebemos novos integrantes e ampliamos nossa presença na cidade. A Yarmarok representa esse trabalho ao reunir grupos de diferentes lugares e aproximar o público de tradições que seguem presentes no Paraná”, afirma.

Essa diversidade estará representada nas apresentações, que começam às 13h30 no sábado e às 13h no domingo. Participam da programação os grupos ucranianos Poltava e Barvinok, de Curitiba; Tchóven e Soloveiko, de São José dos Pinhais; Vesná, de Mafra; Kalena e Fialka, de União da Vitória; Viter, de Guarapuava; Jettia, de Antônio Olinto; Ukrainska Ducha, de Itaiópolis, em Santa Catarina; e Zirka e Vesely Chasy, de Posadas, na Argentina. O Grupo Folclórico Polonês Wisla, de Curitiba, também integra a programação, assim como a Escola Poltava e o Instituto Música e Arte.

Tradição das pêssankas é reconhecida pela Unesco

Yarmarok / Foto: Marcos Hupalo

A feira de expositores reúne bordados, peças em madeira, cerâmicas, porcelanas, acessórios, artigos religiosos e pêssankas relacionados especialmente às culturas ucraniana e polonesa. A tradição ucraniana de ornamentar ovos com desenhos e símbolos aplicados com cera foi inscrita, em 2024, na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Gastronomia preserva receitas trazidas ao Paraná

A gastronomia também integra a feira, com diferentes expositores oferecendo pratos e produtos ligados à tradição ucraniana. Entre eles está o Ukra Bar, parceiro do evento, considerado o maior restaurante ucraniano do Brasil e instalado na sede do Grupo Poltava.

De acordo com Ana Paula Paludzyszyn, proprietária do Ukra, a culinária preserva parte da história da imigração no estado. “Muitas receitas chegaram com as famílias e foram transmitidas de geração em geração. Pratos como perohê, holubtsi e borscht fazem parte da memória de muitos paranaenses e, em eventos como a Yarmarok, também chegam a um público que ainda não conhece essa cozinha”, conclui.

Serviço:

9º Poltavskyi Yarmarok – Feira de Poltava

Quando: 29 e 30 de agosto de 2026

Horários: sábado, das 10h às 22h; domingo, das 11h às 20h

Onde: Clube Poltava – Rua Pará, 1035, Água Verde, Curitiba

Entrada: gratuita

Informações: @grupopoltava

Congresso Brasileiro de Reumatologia realiza primeiro curso dedicado ao atendimento interprofissional

Dr. Eduardo de Paiva Magalhães / Divulgação

Atividade será realizada no dia 2 de setembro, em Curitiba, e reunirá profissionais de diferentes áreas da saúde para discutir o cuidado integrado aos pacientes com doenças reumáticas. Os interessados podem se inscrever exclusivamente para essa atividade, sem a necessidade de adquirir a inscrição para a programação completa do congresso.

Profissionais de diferentes áreas da saúde que atuam ou pretendem aprofundar seus conhecimentos em reumatologia poderão participar do primeiro Curso Interprofissional promovido durante o Congresso Brasileiro de Reumatologia. A atividade será realizada no dia 2 de setembro, das 14h às 18h, no Via Soft, na Universidade Positivo, em Curitiba.

Comandado pelo médico reumatologista e fisiatra Dr. Eduardo de Paiva Magalhães, coordenador da Comissão Multiprofissional da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o curso terá uma programação voltada ao atendimento interprofissional em reumatologia. A proposta vai além da participação de diferentes especialistas no tratamento, com foco em um cuidado integrado, no qual os profissionais trabalham de forma conjunta e coordenada.

“O curso foi pensado para reumatologistas e também para fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, nutricionistas, dentistas, profissionais de enfermagem e todos aqueles que tenham interesse pela área ou já trabalhem com pacientes reumáticos”, explica Magalhães. “A reumatologia é uma especialidade que requer envolvimento  multiprofissional, quanto mais compartilharmos conhecimento, melhor será o acompanhamento para o bem estar do paciente”, completa Dr. José Eduardo Martinez,  presidente da SBR. 

Entre os assuntos que serão discutidos estão o modelo biopsicossocial, baseado na atenção centrada no paciente, o trabalho interprofissional em equipe, os cuidados paliativos, a nutrição, a abordagem psicológica e a utilização de recursos auxiliares de locomoção e órteses. A programação também abordará a importância dos exercícios e da atividade física no acompanhamento dos pacientes.

De acordo com Magalhães, o cuidado das doenças reumáticas exige uma visão ampla sobre as diferentes necessidades de cada paciente. A integração entre as áreas permite avaliar não apenas os aspectos clínicos, mas também as condições físicas, emocionais, nutricionais, funcionais e sociais envolvidas no tratamento.

Para facilitar a participação dos profissionais de Curitiba e Região Metropolitana, o curso possui uma modalidade de inscrição independente. Dessa forma, os interessados podem se inscrever exclusivamente para a atividade do dia 2 de setembro, sem a necessidade de adquirir a inscrição para toda a programação do congresso. 

O curso integra a programação do 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e pela Sociedade Paranaense de Reumatologia. O evento será realizado de 2 a 5 de setembro e reunirá médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Serviço:

Curso Interprofissional em Reumatologia

Data: 2 de setembro de 2026

Horário: das 14h às 18h

Público alvo: Profissionais de saúde (multidisciplinar) 

Local: Via Soft, Universidade Positivo

Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300, Cidade Industrial de Curitiba

Inscrições e informações: www.sbr2026.com.br

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Luz natural orienta projetos arquitetônicos ao aliar economia, conforto e qualidade de vida

Albero, projetado pela Ricardo Amaral Arquitetos Associados, acompanha o percurso do sol e aproveita a iluminação natural ao longo do dia

Arquiteto Ricardo Amaral explica que o projeto valoriza a relação entre natureza e qualidade de vida
Crédito: Divulgação

A luz natural deixou de ser apenas um recurso para iluminar ambientes e passou a ocupar um papel estratégico nos projetos residenciais, contribuindo para a economia, o conforto e a qualidade de vida. 

Exemplo disso é o Albero, empreendimento localizado no bairro Hugo Lange, em Curitiba. No projeto do escritório Ricardo Amaral Arquitetos Associados, a luz é um dos elementos que orientam a própria concepção arquitetônica, de forma a maximizar o aproveitamento do sol e valorizar a relação entre arquitetura, natureza e qualidade de vida.

Terreno faz parte das memórias de Ricardo Amaral

A proposta surgiu da observação da paisagem e do entorno urbano. O arquiteto Ricardo Amaral explica que todo planejamento seguiu a órbita do Sol, criando ambientes mais confortáveis, acolhedores e integrados ao contexto externo. “O Albero nasce de uma relação construída ao longo do tempo com a luz, o entorno e o entardecer de Curitiba. Um projeto em que implantação e volumetria foram desenhadas para acompanhar o movimento natural do Sol durante diferentes períodos do dia”, afirma.

A relação com a luz também está associada à própria história do terreno. Antes de receber o empreendimento, o local já fazia parte das memórias do arquiteto, que costumava se reunir ali com amigos para jogar basquete. Entre as lembranças mais singelas, estava o pôr do sol da região, considerado por ele um dos cenários mais bonitos de Curitiba. Anos depois, ao ser convidado para projetar o empreendimento, essa memória passou a integrar o conceito do projeto.

Conforto além da iluminação

No Albero, o aproveitamento da luz do dia está relacionado a outros aspectos do conforto residencial. A iluminação natural pode reduzir a necessidade de luz artificial durante o período diurno, enquanto a correta implantação das aberturas também contribui para um melhor equilíbrio térmico dos ambientes.

Arquiteto Ricardo Amaral explica que o projeto valoriza a relação entre natureza e qualidade de vida
Crédito: Divulgação

O empreendimento, da Construtora Martelli, incorpora ainda ventilação cruzada nas unidades, favorecendo a circulação natural do ar e proporcionando ambientes mais agradáveis. As plantas variam de 93 m² a 231 m², com opções de duas a quatro suítes em apenas 21 unidades.

A luz natural também modifica a percepção dos espaços, uma vez que ambientes bem iluminados tendem a transmitir mais sensação de amplitude, além de valorizar cores, materiais, móveis e elementos de decoração.

Com entrega prevista para dezembro de 2027, o Albero propõe uma arquitetura contemporânea baseada na integração entre paisagem, iluminação natural, ventilação e conforto. 

Grupo K1 inaugura unidade industrial em Agudos do Sul

Crédito: Everson Felipe Wessler

O Grupo K1 inaugura em Agudos do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, sua nova unidade industrial, inicialmente voltada à produção de bagagens e outros bens de consumo, nesta quarta-feira, dia 26 de agosto. A operação começa com previsão de 90 empregos diretos, além dos postos indiretos e da movimentação econômica decorrentes da instalação e do desenvolvimento da atividade industrial no município.

Segundo Francielle Zuffo, diretora de expansão do grupo, a chegada da unidade ao município é resultado de um esforço conjunto entre diferentes esferas de governo. “Foi um trabalho de articulação com o município de Agudos do Sul e com o Governo do Estado do Paraná, por meio da Paraná Invest, que trouxe benefícios a todos”, afirma. “Essa instalação gera empregos, renda, impostos municipais e desenvolvimento para toda a região”, completa.

A primeira etapa ocupa um galpão de 3.500 m² disponibilizado pelo Governo do Estado do Paraná através de uma parceria público-privada com o Grupo Milcheski, de Agudos do Sul. O planejamento contempla a expansão futura para uma nova estrutura de cerca de 6.000 m², além de uma área de 24 mil m², criando condições para a implantação de novas atividades produtivas.

A unidade de Agudos do Sul representa uma etapa importante da estratégia de crescimento do Grupo K1, que se define como um ecossistema de negócios estruturado ao redor de uma holding, conectando gestão de ativos tangíveis e intangíveis, marcas, indústria, comércio, distribuição, inovação, relações internacionais e responsabilidade social.

Entre os principais ativos administrados pelo grupo está a marca ika, tradicional referência paranaense de bagagens com mais de 90 anos de história, que acompanhou diferentes gerações de brasileiros em suas viagens e deslocamentos. “Hoje não estamos simplesmente inaugurando uma fábrica. Estamos materializando uma visão de negócios que vem sendo construída há anos e que encontra, aqui em Agudos do Sul, enorme acolhida e terreno fértil para crescer”, afirma Laura Virmond, sócia da K1 Marketing & Investment, a empresa nuclear do grupo.

Do Paraná para o mundo - e do mundo para o Paraná
A estratégia da K1 também se caracteriza por sua atuação internacional. O grupo mantém atividades, relacionamentos e projetos envolvendo Brasil, China, Hong Kong, Espanha e Paraguai, além de novas perspectivas de atuação na Alemanha. Essa rede de relacionamentos deverá desempenhar um papel importante na próxima etapa do complexo de Agudos do Sul.

A intenção da K1 é criar condições para que a estrutura possa receber novas operações industriais e empresariais e, futuramente, atrair para o município grupos internacionais com os quais mantêm relacionamentos, negociações e parcerias.

“Queremos ser uma ponte entre o Paraná e as oportunidades que encontramos em diferentes partes do mundo. Agudos do Sul reúne condições para se tornar uma importante plataforma para novos projetos industriais e empresariais”, destaca Francielle Zuffo, diretora de expansão do grupo.

O grupo trabalha ainda com a integração de múltiplos canais de distribuição, combinando indústria, atacado, varejo, comércio eletrônico e novas soluções de acesso ao mercado. A inovação é outro dos pilares da estratégia empresarial da K1. “Defender o ontem é simplesmente muito mais arriscado do que fazer o amanhã”, afirma Laura, parafraseando Peter Drucker.

Desenvolvimento econômico e responsabilidade social
Para o Grupo K1, crescimento empresarial e responsabilidade social devem caminhar juntos. Essa visão também se materializa por meio do Instituto IKA de Apoio ao Migrante, dedicado ao desenvolvimento de iniciativas de acolhimento, integração e geração de oportunidades para migrantes, refugiados e pessoas que precisaram reconstruir suas vidas longe de seus lugares de origem. A combinação entre tradição, indústria, inovação, internacionalização e responsabilidade social está sintetizada no conceito que orienta a atuação do grupo: “Soluções para um mundo que viaja.”

Para Laura, a inauguração de uma unidade produtiva credenciada e licenciada em Agudos do Sul deve ser entendida sobretudo como o início de uma nova etapa. “Esta inauguração não representa um ponto de chegada. Representa um ponto de partida e nossa viagem começa agora”, diz.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Movimento de valorização do Centro de Curitiba ganha guia impresso

Criada pela Oene Arquitetura, publicação reúne mais de 50 endereços da região central

O movimento de valorização do Centro de Curitiba ganha uma nova iniciativa dedicada a estimular a circulação e a ocupação da região. A Oene Arquitetura lança um guia impresso e colaborativo com mais de 50 sugestões que passam pela gastronomia, cafés, vida noturna, arte, cultura, design, compras e bem-estar. A publicação será distribuída gratuitamente nos estabelecimentos citados e terá também um mapa digital para consulta.

Com cinco anos de atuação e sede na Alameda Cabral, no Centro de Curitiba, a Oene parte da relação de seus sócios com a região para definir o recorte da publicação. Os arquitetos Nicolau Mader Romanó Malschitzky e Octávio Swinka Rodrigues vivem nas proximidades e têm no Centro parte de seus percursos cotidianos. O guia não se restringe, portanto, ao marco zero da cidade e contempla endereços desse entorno.

Segundo Nicolau Mader Romanó Malschitzky, sócio-fundador da Oene Arquitetura, a referência para a publicação veio de Nova York, onde um pequeno guia oferecido por uma loja reunia indicações para conhecer e percorrer o bairro. “Partimos dessa referência para criar um guia colaborativo sobre uma região que vivemos diariamente. Mais do que indicar lugares, queremos reunir endereços que fazem parte da vida de quem vive a região: o café de todos os dias, a galeria escondida, o bar onde você leva os amigos, a loja que só quem conhece o Centro conhece”, explica.

Desenvolvido ao longo de três meses, o guia conta com a participação de nomes importantes da cidade, entre empresários, jornalistas e profissionais ligados à gastronomia, à arte e à música, que vivem ou mantêm uma relação próxima com a região central. Participam da curadoria André Bezerra, Ber Pasquali, Beto Madalosso, Dana Patel, Gustavo Santos, Jussara Voss, Rê Gugli, Tati Gaias e Victoria Sperandio. A seleção inclui ainda marcas, ateliês e iniciativas locais, museus, galerias e centros culturais, além de espaços voltados às crianças.

Para Octávio Swinka Rodrigues, sócio da Oene Arquitetura, a opção pelo impresso está diretamente relacionada à proposta de incentivar os deslocamentos a pé e a descoberta de lugares próximos entre si. O guia apresentará os estabelecimentos e seus endereços, enquanto o acesso digital permitirá consultar a localização dos pontos selecionados. “Quando falamos de lugares para frequentar, estamos falando de uma relação física com a cidade. Queremos que a pessoa vá a um endereço e, estando ali, descubra também o que existe no entorno. É uma forma de estimular a vivência da rua e a circulação pela região”, afirma.

Para Mader, ampliar a presença de pessoas nas ruas está diretamente relacionado à dinâmica urbana da região central. O arquiteto associa essa perspectiva ao conceito de “olhos da rua”, da urbanista Jane Jacobs, que relaciona a segurança à presença cotidiana de pessoas e atividades no espaço público. “Quanto mais pessoas vivem a rua, mais segura ela é. A atividade, as fachadas ativas e o comércio contribuem para isso. A ideia é fazer as pessoas circularem e movimentarem a cidade”, diz.